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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

OS GRANDES PENSADORES DA EDUCAÇÃO


Oi gente!

Já tive oportunidade de ler esta revista e acabo de encontrar sua versão


Leitura sempre útil.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Depois de ler, não deixe de comentar!


O “rodeio das gordas”, promovido nos jogos da Unesp, é o retrato de uma sociedade doente...

Universitários que “montam” à força em colegas gordas, numa competição para ver “qual peão” fica mais tempo sobre as meninas, são o retrato cru de uma sociedade doente e sem noção. O “rodeio das gordas” aconteceu em outubro em jogos oficiais de uma universidade importante, a Unesp, em São Paulo – não em algum rincão remoto. Não envolveu capiau nem analfabeto. Foi a elite brasileira, a que chega à universidade. Estamos no século XXI e assistimos perplexos à globalização da ignorância moral.

Mais de 50 rapazes, da Universidade Estadual de São Paulo, organizaram o ataque às gordas num evento esportivo e cultural com 15 mil universitários. Uma comunidade no Orkut definiu as regras: “Todo peão deve permanecer oito segundos segurando a gorda”; “gordas bandidas são mais valiosas”; “o corpo da gorda tem de ser grande, bem grande”. Os estudantes se aproximavam das meninas como se fossem paquerá-las. Aproveitavam para agarrá-las e montar nelas, e as que mais lutavam contra a agressão eram apelidadas de “gordas bandidas”. Uma referência ao touro Bandido, personagem da novelaAmérica. “A cada coice tomado, o peão guerreiro ganha 1 ponto”, anunciava o site de relacionamento.

A repercussão assustou os universitários. Roberto Negrini, um dos organizadores do torneio e filho de advogada, chamou tudo de “brincadeira”, mas pediu desculpas à diretoria da Unesp e se disse arrependido. Tentou convencer a todos de que “não houve preconceito”. Sites e blogs foram invadidos por comentários indignados. Mas havia muitos homens aplaudindo “a criatividade” dos estudantes. O internauta Arnaldo César Almeida, de São Paulo, propôs transformar a competição num “esporte olímpico”. Outro, que se identificou como Alexandre, escreveu: “Me divirto vendo esses kibes (sic) humanos dando coice! Vou até instalar uma baleia mecânica para treinar”.

Quem são os pais e as mães desses rapazes? A maior responsabilidade é da família. O que fez ou onde estava quem deveria tê-los educado com valores mínimos de cortesia e respeito ao próximo? Jovens adultos que agem assim foram, de alguma maneira, ignorados por seus pais ou receberam péssimos exemplos em casa e na comunidade onde cresceram.

Não foi uma semana edificante. Meninas adolescentes, numa escola paulista em Mogi das Cruzes, trocaram socos. A mais agredida, de 14 anos, disse: “Alguns têm dó, mas outros ficam rindo porque eu apanhei”. Em Brasília, uma estudante usou a lâmina do apontador para navalhar o rosto e o pescoço da colega. No Rio de Janeiro, uma professora foi presa por manter relações sexuais com uma aluna de 13 anos. A loura da Uniban, Geisy Arruda, posou pelada, sem o microvestido rosa-choque, mostrando que tudo acaba na busca de fama e uns trocados.

Está na hora de adultos pensarem com cautela se querem colocar um filho no mundo. Se querem cuidar de verdade dessa criança. Ouvir, conversar, beijar, brincar, educar, punir, amparar, dedicar um tempo real para acompanhar seu crescimento, suas dúvidas e inquietações. Descaso, assédio moral e físico contra crianças, brigas entre pai e mãe, separações litigiosas podem levar a tragédias como a que matou a menina Joanna. Submetida a maus-tratos e negligência, Joanna talvez tenha simplesmente desistido de continuar no inferno em que se transformara sua vida aos 5 anos de idade.

Não sou moralista. Mas a sociedade mergulhou numa disputa de baixarias. As competições escancaradas na TV aberta, sob a chancela de “entretenimento”, estimulam a humilhação pública e a indignidade humana. Comer pizza de vermes e minhocas vivas, deixar ratos e cobras passear pelo corpo de uma moça de biquíni, resistir a vômitos, como prova de determinação e bravura – isso é exatamente o quê? Expor pessoas ao ridículo, enaltecer o lixo, a escória, em canais abertos a crianças e adolescentes... não seria inaceitável numa sociedade civilizada? Diante de alguns programas televisivos, o “rodeio das gordas” pode parecer brincadeira. Mas não é. (RUTH DE AQUINO - REVISTA ÉPOCA / NOVEMBRO 2010)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Crianças-prodígio precisam de atenção

Crianças superdotadas representam pouco do universo estudantil: 0,01%. Segundo especialistas, número é maior, mas não identificado
Jeshuá Pereira gosta de desenhar e criar jogos de tabuleiro. Os momentos no programa de altas habilidades dão suporte às suas criações
As primeiras palavras, os primeiros passos e as primeiras lições aprendidas por uma criança são sempre motivo de orgulho para os pais. Viram histórias infinitamente repetidas e comemoradas. Mas o que é considerado excepcional na infância acaba sendo “esquecido” ao longo do tempo. As habilidades dos filhos, muitas vezes, não são percebidas pelos pais.
Leia na íntegra clicando AQUI!

Borboletas de Zagorsk

Borboletas de Zagorsk é um documentário produzido pela BBC em 1992 que trata do trabalho desenvolvido em uma escola russa com crianças surdas e cegas inspirado nos estudos de Lev Vygotsky. A obra tem 40 minutos de duração e se passa na cidade de Zagorsk, a 80 km de Moscou.
Em seus estudos sobre a defectologia, Vygotski traz a ideia da compensação segundo a qual as pessoas com deficiência utilizam seus sentidos sadios para compreenderem o mundo, isto é, desenvolver seus sentidos normais para compensarem seus sentidos perdidos ( visão, audição, etc. )
VEJA OS VÍDEOS e o artigo na íntegra clicando AQUI!

Autismo: ainda um enigma


Ainda um enigma

Há mais de 70 anos cientistas de todo mundo se dedicam a estudar aquela que é uma das mais enigmáticas desordens neurológicas: o autismo. Embora muitos avanços tenham sido feitos na área clínica, os mecanismos moleculares, genéticos e neurobiológicos desse distúrbio permanecem em grande parte desconhecidos. Novos estudos, entretanto, parecem dar esperança para se recomendar tratamentos e medicamentos mais eficazes em um futuro próximo.

Isabela Fraga
Ciência Hoje/RJ

“Ele vive no seu próprio mundo.” A frase é bastante utilizada para descrever de forma leviana pessoas distraídas, que dão pouca atenção ao que acontece ao seu redor. As mesmas palavras, entretanto, ganham um significado muito mais enfático quando se referem a um portador de autismo – uma desordem neurológica manifestada por uma tríade de sintomas: déficit de interação social, dificuldade de linguagem e comportamento repetitivo.

Leia a reportagem na íntegra clicando AQUI!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Catálogo de Publicações do MEC


Atendimento Educacional Especializado




"NÃO SABEMOS COMO SERÁ O AMANHÃ, SABEMOS APENAS QUE TERÁ A FORMA QUE O EDUCADOR LHE ATRIBUIR".

CELSO ANTUNES.

Repassando...


Associação lança e-book sobre surdocegueira

A Associação Educacional Para Múltipla Deficiência (Ahinsa) com o apoio do Centro de Recursos nas Áreas de Surdocegueira e Deficiência Múltipla Sensorial e o Grupo Brasil de Apoio ao Surdocego e ao Múltiplo Deficiente Visual http://www.grupobrasil.org.br/ lançaram o e-book 'Surdocegueira e Deficiência Multipla Sensorial'- material que traz sugestões de recursos acessíveis e estratégias de ensino para pessoas com deficiência múltipla.

A AHIMSA foi criada por um grupo de 26 profissionais que atuavam há mais de dez anos com pessoas surdocegas e deficientes múltiplos em outro município. Visando expandir e implementar esse trabalho no município de São Paulo. A instituição, que foi fundada em 04 de março de 1991, iniciou o seu atendimento apenas com trabalho domiciliar e, mais tarde, complementou com atendimento educacional na escola. Sua missão é favorecer e qualificar o desenvolvimento das pessoas com surdocegueira e com deficiência múltipla sensorial, promovendo a inclusão social.

Mais informações:
Rua Baltazar Lisboa, 212 - Vila Mariana
CEP: 04110-060 - São Paulo - SP - Brasil
tel: +55 11 5579.5438

e-mail: \n ahimsa@ahimsa.org.br


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Distribuição gratuita de livros



O Itaú está distribuindo gratuitamente 8 milhões de livros.
Para receber basta acessar o site http://www.lerfazcrescer.com.br/#/kit

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Livro Eletrônico

Os 12 Erros que os Pais cometem na educação dos filhos " . Você encontrará dicas importantes e saberá onde os Pais estão errando.

Estas informações serão muito úteis na próxima Reunião de Pais, pois você pode trabalhar essas dicas todas de uma vez ou então distribuí-las ao longo do ano e realizar dinâmicas rápidas em cada reunião usando 2 a 3 dicas .

Poderá compartilhar o livro com seus colegas.

Clique no link abaixo para fazer o download do livro:

12 Erros que os pais cometem


Se precisar de mais material para usar nas suas Reuniões de Pais, visite o sitewww.comoeducarosfilhos.com.br, lá você encontrará vários artigos específicos para Pais.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O elefante diferente que espantava toda a gente

Check out this SlideShare Presentation:

Sugestão

Link para uma palestra muito interessante, de uma pessoa com autismo, que fala sobre esse tema. Legendado em português.
Temple Grandin, diagnosticada com autismo na infância, fala sobre como a sua mente funciona, compartilhando a sua habilidade de "pensar em imagens", que a ajuda a resolver problemas que cérebros neurotípicos não conseguiriam.
Ela traz à tona que o mundo precisa de pessoas com o espectro autista: pensadores visuais, pensadores em padrões, pensadores verbais e todos os tipos de crianças espertas e inteligentes.
(Tradução de Marcelo Benedet

Download grátis!

Pessoal, encontrei um material para download grátis muito interessante. Espero que aproveitem!


CATÁLOGO DE MATERIAIS PEDAGÓGICOS
ADAPTADOS DA FUNDAÇÃO CATARINENSE DE
EDUCAÇÃO ESPECIAL

Clique aqui!



RECURSOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS
Clique aqui!

Repassando...

No portal do MEC você pode encontrar:
Atendimento Educacional Especializado* *

AEE - Pessoa com Surdez<http://portal. mec.gov.br/ seesp/arquivos/ pdf/aee_da. pdf>

AEE - Deficiência Física<http://portal. mec.gov.br/ seesp/arquivos/ pdf/aee_df. pdf>

AEE - Deficiência Mental<http://portal. mec.gov.br/ seesp/arquivos/ pdf/aee_dm. pdf>

AEE - Deficiência Visual<http://portal. mec.gov.br/ seesp/arquivos/ pdf/aee_dv. pdf>

AEE - Orientações Gerais e Educação a
Distância<http://portal. mec.gov.br/ seesp/arquivos/ pdf/aee_ead. pdf>

<http://portal. mec.gov.br/ seesp/arquivos/ pdf/aee_ead. pdf>

Repassando

Socializando:

Obra: Educação Inclusiva: O que o Professor tem a ver com isso?

Autora: Marta Gil - Rede SACI

A Rede SACI disponibiliza o livro "Educação Inclusiva: O que o Professor tem a ver com isso?" em PDF e HTML.

A coordenação do livro é de Marta Gil, socióloga que atua na área da deficiência desde 1976 e que foi gerente da Rede SACI até 2006.

Formatopdf e html

Tamanho12 mb

FonteRede Saci

Download (pdf): http://www.saci.org.br/pub/livro_educ_incl/redesaci_educ_incl.pdf

Download (html): http://www.saci.org.br/pub/livro_educ_incl/redesaci_educ_incl.html

JOGOS EDUCATIVOS

Sugestão Pedagógica
Clique aqui!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

COM TODO CARINHO!

Professores" />

Os melhores Feliz dia dos professores gifs:
www.MiniRecados.com/feliz_dia_dos_professores_gifs/


Biblia para pessoas cegas...

Repassando um e mail que recebi:

Gostaria de convida-los a visitar o site www.bibliasys.com.br e fazer

download GRATUITO de uma Bíblia em Português, Inglês e Espanhol.

Nela também existe uma versão para pessoas cegas, onde é possível ouvir os

textos da Bíblia nos três idiomas acima.

Se for possivel incluir meu site em suas opções de link para o que pessoas

cegas ou não possam conhecer este projeto, fico muito grato.
Fernando Mattos fernando@bibliasys.com.br (E-Mail e MSN)

> fernando.mattos.bibliasys (Skype)
Profissão de tradutor de língua de sinais é regulamentada

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na quarta-feira (1) lei que
regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de
Sinais (Libras). A sanção foi publicada no “Diário Oficial da União” desta
quinta-feira (2).

De acordo com a lei, o tradutor e intérprete de libras deverá ter a
capacidade de efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos,
surdos e surdos-cegos, surdos-cegos e ouvintes, por meio da Libras, para a
língua oral e vice-versa.

Além disso, poderá interpretar a língua portuguesa em atividades
didático-pedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino,
nos níveis fundamental, médio e superior, como forma de viabilizar o acesso
aos conteúdos curriculares.

O tradutor e intérprete de Libras também poderá atuar no apoio à
acessibilidade aos serviços e às atividades fim das instituições de ensino e
repartições públicas e prestar serviços em depoimentos em juízo, em órgãos
administrativos ou policiais.

O tradutor e intérprete terá competência para realizar interpretação das
duas línguas de maneira simultânea ou consecutiva e proficiência em tradução
e interpretação da Libras e da língua portuguesa.

A formação profissional do tradutor e intérprete de Libras - Língua
Portuguesa, em nível médio, deve ser realizada por meio de cursos de
educação profissional reconhecidos pelo sistema que os credenciou; por
cursos de extensão universitária; e cursos de formação continuada promovidos
por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por
secretarias de educação.

A formação de tradutor e intérprete de Libras pode ainda ser realizada por
organizações da sociedade civil representativas da comunidade surda, desde
que o certificado seja convalidado por uma das instituições de ensino
superior e instituições credenciadas por secretarias de educação.

Conforme a lei, até o dia 22 de dezembro de 2015, a União, diretamente ou
por intermédio de credenciadas, será responsável por começar a promover,
anualmente, exame nacional de capacidade em tradução e interpretação da
Língua Brasileira de Sinais.

O exame de proficiência deverá ser realizado por banca examinadora “de amplo
conhecimento”, constituída por docentes surdos, linguistas, tradutores e
intérpretes de Libras, de instituições de educação superior.



Fonte: Do G1, em São Paulo ©